O ano era 2026. O Brasil, em período eleitoral, estava em ebulição política. Lula, representando a velha esquerda latino-americana, encabeçava o PT para tentar chegar pela quarta vez ao Palácio do Planalto. Contrapondo-se, Flávio Bolsonaro, exaltando a herança política de seu pai, representava uma nascente direita brasileira em estado formativo, sem unidade partidária nem linearidade de ação, mas com firme direção antipetista. A eleição, vencida por escassa maioria, mantivera o país conflagrado e dividido. Entre polos energicamente antagônicos, a construção de consensos mínimos permaneceu difícil. O Supremo Tribunal Federal, chamado ao tablado dos acontecimentos, adquiriu notória preeminência de poder. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
STF é tribunal ou sala política?

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